O ano de 2026 começa com a educação em um ponto de virada.
Depois de um período marcado por rápidas adaptações, avanços tecnológicos e debates profundos sobre equidade e qualidade, o setor educacional entra em uma nova fase: menos improviso, mais intenção.
A pergunta já não é mais “o que é possível fazer?”, mas sim “o que deve-se priorizar?”.
Em meio a transformações sociais, digitais e pedagógicas, algumas tendências se consolidam como caminhos estratégicos para as redes de ensino, gestores, professores e também para as políticas educacionais.
A seguir, reunimos os principais movimentos que devem orientar a educação em 2026, com um olhar especial para o ensino de inglês e para a formação integral dos estudantes.
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Tendências que devem orientar a educação em 2026
Mais do que acompanhar modismos, pensar o futuro da educação exige olhar para movimentos que já estão em curso e entender como eles se consolidam no dia a dia das escolas.
Em 2026, algumas tendências deixam de ser apostas e passam a funcionar como direcionadores estratégicos para redes de ensino, gestores e educadores.
1. Tecnologia como propósito pedagógico (e não como fim)

A tecnologia deixa de ser novidade e passa a ser critério! Em 2026, o foco não está em usar ferramentas digitais apenas por usar, mas em como elas contribuem, de fato, para a aprendizagem.
Plataformas educacionais, recursos digitais e a Inteligência Artificial ganham espaço quando:
- otimizam o tempo do professor;
- apoiam o planejamento pedagógico;
- ampliam possibilidades de personalização;
- tornam o acompanhamento da aprendizagem mais eficiente.
💡 No ensino de inglês, isso se traduz em uso estratégico de áudios, vídeos, atividades interativas e diagnósticos mais precisos, sempre com mediação pedagógica clara.
2. Inteligência Artificial como apoio ao educador
A IA entra definitivamente no cotidiano educacional, mas com um papel bem definido: apoio, não substituição.
Em 2026, a prioridade é usar a Inteligência Artificial para reduzir tarefas operacionais e liberar tempo para o que realmente importa: a interação pedagógica.
Alguns usos que ganham força:
- suporte à formação continuada;
- organização de relatórios e registros;
- apoio na criação de atividades e avaliações;
- sugestões de adaptação de atividades para diferentes níveis.
Quando bem utilizada, a IA contribui para um ensino de inglês mais acessível, dinâmico e alinhado às realidades da sala de aula.
3. Aprendizagens essenciais no centro do currículo
Outra tendência clara para 2026 é o fortalecimento das aprendizagens essenciais, aquelas que preparam o estudante para participar ativamente do mundo.
No ensino de inglês, isso significa ir além da memorização de vocabulário ou regras gramaticais e investir em comunicação significativa, compreensão oral (listening), leitura multimodal e uso funcional da língua em contextos reais.
O idioma passa a ser ferramenta de expressão, acesso à informação e construção de repertório cultural, não apenas um conteúdo isolado.
4. Desenvolvimento de competências do século XXI
As competências do século atual seguem como prioridade estratégica e o ensino de inglês tem papel central.
Em 2026, cresce a compreensão de que aprender um idioma contribui diretamente para o desenvolvimento de habilidades como:
- colaboração;
- comunicação;
- pensamento crítico;
- resolução de problemas;
- letramento digital e cultural.
Ao trabalhar essas competências desde os anos iniciais, a escola amplia as possibilidades de participação social e acadêmica dos estudantes.
5. Equidade como compromisso, não como discurso

Se há uma palavra-chave para 2026, é equidade. O debate deixa o campo da intenção e avança para a prática: garantir que todos os estudantes tenham acesso a oportunidades reais de aprendizagem, inclusive no ensino de inglês.
Isso envolve materiais adequados à realidade da rede pública, formação continuada de professores e soluções que considerem contextos diversos.
Levar o inglês para mais escolas públicas é também ampliar horizontes, reduzir desigualdades e fortalecer o direito à educação de qualidade — e Wings está com as escolas nesse compromisso!
6. Valorização e formação contínua de professores
E, claro, nenhuma tendência se sustenta sem o professor no centro. 🧑🏫
Em 2026, a valorização docente se consolida como prioridade, especialmente por meio de:
- formações continuadas práticas e aplicáveis;
- apoio pedagógico constante;
- reconhecimento profissional;
- acesso a recursos e tecnologias que facilitem o trabalho.
💡 No ensino de inglês, investir no desenvolvimento do professor é investir diretamente na qualidade da aprendizagem dos alunos.
Um novo ano, novas prioridades (e escolhas conscientes)
Mais do que prever o futuro, 2026 convida a educação a fazer escolhas mais conscientes, e isso envolve priorizar o que gera impacto real, apoiar quem está na sala de aula e garantir que o acesso ao aprendizado seja cada vez mais amplo e significativo.
O ensino de inglês, quando pensado de forma estratégica, inclusiva e alinhada às transformações do nosso tempo, se torna uma poderosa ferramenta de equidade, desenvolvimento e conexão com o mundo.
Se 2026 pede algo da educação, é clareza de propósito. E isso começa agora.
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